"NO TEAR QUE TECE NOSSAS VIDAS NÃO EXISTEM PONTAS SOLTAS. TODOS OS FIOS ESTÃO ENTRELAÇADOS E REVESTIDOS DE SIGNIFICADOS" Ichihara Yuuko

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O ódio, a saudade e o amor.




Imaginemos que em nossa vida, o mar seja o tempo, a "onda" de sensações que temos a todo instante. A areia é a nossa alma e os outros objetos presentes na "praia" de nossa vida são os meios por onde concretizamos nosso sentimento.

Levando esta consideração, concretizemos nossos sentimentos.

O ódio seria um coração feito de pedras. Apenas as ondas mais potentes de sentimentos são capazes de arrastar ele para longe da praia de nossa vida, ou com o tempo entrerar ele.

A saudade e um coração feito com conchas pesadas. Com o passar do tempo, as ondas se sentimentos vão apagando ele da nossa praia, porém para muitas pessoas e em muitos casos, ele nunca será 100% apagado, pois a força das aguás assim como leva as conchas embora, também as enterra na nossa praia, provando que um dia existiu aquela saudade ali.

E por fim o amor. Este é um coração desenhado na areia assim como a imagem deste post. Um sentimento lindo, que é composto pela nossa própria alma, porém um sentimento de forma muito frágil, que se desmancha com a menor intervenção das ondas de sentimento ou até do próprio vento.

Porém não se engane quando ver que seu coração de areia se desfez.... A areia esta em toda a praia, e em todo o mar.

Concluimos então que:
  • O ódio é um sentimento muito forte, mas se bem trabalhado, pode ser levado para longe e relevado.

  • A saudade é passageira, porém ela sempre estará presente no fundo de tua alma. Sempre haverá um vestígio de que ela existiu dentro de você.

  • O amor é muito frágil, porém ele nunca desaparecerá por completo. Talvez ele não exista como gostariamos que existisse, mas não quer dizer que ele não esteja lá. Ele é um sentimento mutante, que passa por constantes nuâncias e estados.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Psicopata ou Deus?



"Death Note é uma série de mangá escrita por Tsugumi Ohba e ilustrada por Takeshi Obata. Foi publicada pela revista semanal Shonen Jump, de janeiro de 2004 a maio de 2006, totalizando 108 capítulos compilados em 12 volumes. Death Note conta a história de Light Yagami, um aluno exemplar que acaba encontrando um caderno que causa a morte à pessoa cujo nome for escrito nele." (fonte: wikipédia)

Estando em poder do caderno da morte, Light que é filho de um policial, começa a punir aqueles que de acordo com os ensinamentos que lhe foram dados, são pessoas de má índole. Ele assume o pseudônimo de Kira e através das fontes de midia, encontra os criminosos que merecem pagar por seus crimes.

Quando a policia percebe o que esta acontecendo, começam a considerar Kira como um serial killer e então contratam L, o maior detetive do mundo, para que o mesmo descubra quem é Kira e o prenda para pagar pelos seus atos.

Ao longo da trama, vemos Light e L se envolvendo em meio a um jogo mortal, onde quem pegar o outro primeiro sairá vencedor. Light obcecado pela utopia de seu "mundo perfeito" começa a agir sobre a filosofia: "os fins justificam os meios" e deixa de matar apenas aqueles que cometem crimes e passa a matar todas as pessoas que se opoem ao seu caminho rumo a se tornar o Deus da nova Era.

Muitas pessoas que são apresentadas ao mundo de Death Note, tem uma grande afinidade pelo L. Ao longo dos capítulos, ele vai revelando seus motivos de ser contra Kira e o que acredita ser justiça, e vai cativando aos leitores. Por outro lado, Light também é um personagem muito marcante, pois ele começa a história como o mocinho, e aos poucos, sem o leitor se dar conta, ele se transforma, tomado pelo grande poder que tem em suas mãos.

Eu particularmente simpatizo muito mais com Kira. Sim, ele é um assassino, e sim, ele faz coisas contra os princípios das outras pessoas, porém, ele em nenhum momento deixa de seguir aquilo que ele acredita.

Para quem vê Light no primeiro capítulo da série e depois o vê no último, percebe o quanto o personagem se transforma ao longo de toda a trama (fisica e psicológicamente), mas eu realmente não consigo ver maldade no portador do caderno da morte. Talvez se no mundo em que vivemos, as pessoas tivessem a mesma força de vontade que ele, as coisas pudessem ser diferentes.

Acho que é isso galera. No fim das contas não acho o Kira um cara malvado (também não estou incentivando ninguém a sair matando as pessoas más por ai na rua XD, se bem que viver no mundo utópico dele não seria de todo o mal) mas cabe a cada um assitir a série (ou ler os mangás) e tirar suas próprias conclusões sobre o que é o certo ou o errado.

KIRA IS THE LAW! XD

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Música, a grande aliada das caminhadas solitárias.



Hoje em dia, dificilmente ao caminhar nas ruas não veremos pessoas escutando músicas em seus celulares, Ipods, MP3,4,5,6,7,∞ e por ai.

A música é algo que faz parte do cotidiano de cada um. Parece que para cada situação existe uma música que se enquadra exatamente no perfil do seu dia. Um bom Rock de manhã para não dormir durante a ida para o serviço, uma rave eletrônica durante aqueles períodos da tarde onde os olhos fecham sozinhos, e uma boa balada romântica ao cair da noite para passar aquele momento agarradinho com quem se gosta e relaxar.

A música além de alegrar nossos dias também funcionam como uma boa terapia. Terapia esta que ando aderindo a minha rotina frenquentemente. Nos dias que estou mais "puto" da vida, deixo rolar apenas o som pesado de DIR EN GREY, D, RAMMSTEIN ou SYSTEM OF A DOWN. Nos dias que estou mais "sussa" escuto um MIYAVI, L'ARC~EN~CIEL, ASIAN KUNG FU GENERATION, e nos dias mais "coraçãozinho carente" um pouco de MPB, ou aquela musiquinha que sempre temos guardada na manga com uma letra bonitinha ou algo do tipo.

Ela tem uma grande influência sobre as pessoas. É uma grande companheira para aqueles momentos que não se tem nada para fazer ou que se precisa espairecer a cabeça. Ela chega ao ponto de nos viciar. Quero morrer quando saio de casa e descubro que meu MP3 está novamente sem bateria. Independente disso, ouçamos música. Ela acalma os ânimos, transpassa sentimentos para quem as ouve e diverte.