
Imaginemos que em nossa vida, o mar seja o tempo, a "onda" de sensações que temos a todo instante. A areia é a nossa alma e os outros objetos presentes na "praia" de nossa vida são os meios por onde concretizamos nosso sentimento.
Levando esta consideração, concretizemos nossos sentimentos.
O ódio seria um coração feito de pedras. Apenas as ondas mais potentes de sentimentos são capazes de arrastar ele para longe da praia de nossa vida, ou com o tempo entrerar ele.
A saudade e um coração feito com conchas pesadas. Com o passar do tempo, as ondas se sentimentos vão apagando ele da nossa praia, porém para muitas pessoas e em muitos casos, ele nunca será 100% apagado, pois a força das aguás assim como leva as conchas embora, também as enterra na nossa praia, provando que um dia existiu aquela saudade ali.
E por fim o amor. Este é um coração desenhado na areia assim como a imagem deste post. Um sentimento lindo, que é composto pela nossa própria alma, porém um sentimento de forma muito frágil, que se desmancha com a menor intervenção das ondas de sentimento ou até do próprio vento.
Porém não se engane quando ver que seu coração de areia se desfez.... A areia esta em toda a praia, e em todo o mar.
Concluimos então que:
- O ódio é um sentimento muito forte, mas se bem trabalhado, pode ser levado para longe e relevado.
- A saudade é passageira, porém ela sempre estará presente no fundo de tua alma. Sempre haverá um vestígio de que ela existiu dentro de você.
- O amor é muito frágil, porém ele nunca desaparecerá por completo. Talvez ele não exista como gostariamos que existisse, mas não quer dizer que ele não esteja lá. Ele é um sentimento mutante, que passa por constantes nuâncias e estados.

